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COSPLAY : “KINGDOMS FEST” NO CLUBE CAIXEIRAL

Publicado 20 Abr

Criatividade, interpretação, emoção e bom humor. Ingredientes da “Festa dos Reinos”, que acontecerá no feriado de sexta no Clube Caixeiral. A idealizadora, Rafaela Louro, salienta que a “Kingdoms Fest” terá inúmeras atrações, e será oportunidade para reunir diferentes grupos de “cosplayers”, fãs que se caracterizam com os trajes dos personagens que admiram. A programação acontecerá das 11h às 20h, e Rafaela menciona: “A ‘Kingdoms Fest’ foi a culminação de diversos fatores. Desde 2006, organizo encontros de fãs de várias tematicas. Por exemplo, Harry Potter, Otakus, Cosplayers, Star Wars e vários outros.

Daí, resolvi reunir todos esses grupos num só local. Já que muitas vezes as pessoas desses grupos distintos, nem sempre participam de atividades conjuntas. Assim, a festa será oportunidade para o encontro de fãs que talvez nem se conheçam. Por isso Kingdoms, que vem de ‘Fan Kingdoms’ ou ‘Fandoms’. O projeto terá edição anual no primeiro semestre. No segundo, organizamos o ‘Hogwarts in Fest’, evento dedicado totalmente a Harry Potter e um dos maiores do país. A promoção está indo para a quarta edição, e produzimos sem patrocínio. Mas sabemos que a cidade tem potencial, e o nosso amor pelo hobbie, bem como a perserverança do grupo ‘Kingdoms Pel’, estimula para o êxito da ‘Kingdoms Fest’. Queremos repetir o sucesso do ‘Hogwarts in Fest’”. Ingresso do primeiro lote a R$15,00, sendo que R$1,00 será doado à campanha “Um real para a castração”, destinada a animais de rua. Aquisição pode ser feita na Livraria Vanguarda do Shopping Pelotas, Revistaria São Francisco – supermercado Nacional -, RL Park Estacionamentos à rua Félix da Cunha 662, entre Nete e Sete de Setembro.

ATRAÇÕES – No evento, além dos “cosplayers” trajando as vestes dos ídolos, apresentação do grupo “Caravana das Selkies”, youtubers TCPunter – interpretam aberturas de desenhos e séries -, covers de “K-Pop”, o som Pop da Coréia do Sul. Estarão presentes: Jackpot Cover Dance Group e “4Angels”. Além disso, desfile Cosplay e moda de rua japonesa. Rafaela acrescenta: “Durante o evento, os fãs-clubes da cidade estarão expondo acervos. E os trajes tanto estarão expostos em manequins, quanto serão usados pelos cosplayers. Em painéis, espaço para os clubes divulgarem objetivos, atividades e encontros”.

COSPLAY conforme Rafaela: “É um hobbie que se tornou arte. Qualquer pessoa que tem vontade pode fazer. Não existe grupo único e a comunidade é grande e variada. Você pode fazer cosplay só para tirar fotos e postar nas redes sociais, ou ir a eventos de cultura nerd, geek, otaku, e mostrar seu trabalho. Cosplay é uma expressão artistica que emociona gerações. O intuito é, além de tentar ser fiel ao personagem, ao menos em sua interpretação e roupa, homenagear alguma obra ou celebridade. Lembro que, para ser cosplayer não precisa ser sósia. Nossa tentativa de fidelidade, refere-se ao quanto a maquiagem, roupas e acessórios, podem nos aproximar do original. Atualmente, até mesmo eventos como Fenafoce e Feira do livro, abriram espaço para os cosplayers mostrarem sua arte. E, claro, isso já é uma atração em si. No entanto, não há necessidade de ir a eventos se o fã não quiser”.

 “COSPLAY” COMEÇOU NAS FEIRAS DE FICÇÃO CIENTÍFICA

 Costume role play é a designação original. O início, diz a “cosplayer” pelotense Rafaela Louro, teve início nas feiras de ficção científica. Nos primeiros eventos, com trajes criados pelos participantes. A seguir, fãs da série “Star Wars”, bem como de Histórias em Quadrinhos (HQs), passaram a vestir como os personagens prediletos. Ela esclarece: “Quem criou o nome Cosplay, junção das palavras costume e play, foi um japonês ao fim dos anos setenta. Ele havia participado de convenções de ficção científica, gostou da ideia, e levou para o Japão. Daí optou por nomenclatura própria para o hobbie, que posteriormente seria considerado arte. Então, gosto de lembrar, cosplay refere-se à roupa”.

BRASIL – A chegada ao Brasil, diz Rafaela, aconteceu nos anos de 1997 e 98. A expressão teve início em convenções de quadrinhistas e editoras, que ocorreram em São Paulo e no Rio de Janeiro. Ela observa que conheceu “cosplayers”, que iniciaram naquele momento e até hoje prosseguem participando de eventos. Em Pelotas, como os pioneiros não dispunham de promoções, no início deslocavam-se até Porto Alegre. Rafaela começou aos 22 anos em 2005. “São doze anos como cosplayer. Fazendo desde personagens, até figurantes. Como tenho um fã-clube da saga ‘Harry Potter’ há onze anos, a maioria dos meus cosplays são dessa saga. Mas tenho uma boa variedade, que vai de Saori Kido do ‘Cavaleiros do Zodíaco’, passando por HQs como ‘Batgirl’, e segue até ‘Anakin Skywalker’ de Star Wars. Aliás, no ‘cosplay’ não importa o gênero do personagem favorito, mas a motivação para a atuação”.

CRIATIVIDADE – “Nino” do Castelo Rá-Tim-Bum, “Emília” do Sítio do Picapau Amarelo, “Capitão Nascimento” do filme Tropa de Elite, e até “Dollynho” que divulga refrigerante. Exemplos da versatilidade de personagens, interpretados por cosplayers.

Fonte: Diário da Manhã - Por Carlos Cogoy

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