Publicado 16/06/2010 14:29
Encerra nesta quarta-feira, dia 16, o período para que a comunidade possa apreciar as exposições do Centro Cultural Adail Bento Costa e sala de exposições Frederico Trebbi, localizada no hall do Paço Municipal. Nestes últimos dias de mostra, e seguindo o novo horário de funcionamento da Prefeitura Municipal, as mostras estarão abertas ao público no período compreendido entre 8h e 14h.
As mostras tiveram início no último dia 26 de maio e reúnem grandes nomes das artes plásticas, como é o caso do jovem talento Vinícius Kusma, que expõe na Sala Frederico Trebbi a mostra denominada “Fotografando Ausências – Uma poética do vazio”, André Winn que expõe na Sala Antonio Caringi a mostra “Caminhos” e o grupo formado por Glauco Pinto de Moraes, Ângela Schilling, Ana Lima, Delfina Reis, Inês Rosenthal, Maria Inês Rodrigues e Débora Mirenda, que juntos apresentam a mostra denominada “Acervo Secult: Olhares através do tempo II”. Esta última ocupa o espaço da Sala de Exposições Ináh Costa.
Acervo Secult reúne artistas que já atuaram ou que ainda atuam no município, contribuindo para o desenvolvimento artístico e cultural das Artes Visuais de Pelotas. Boa parte do acervo foi constituído por intermédio de doações.
André Winn é formado em Artes Visuais (Licenciatura) pela Universidade Federal de Pelotas, foi o primeiro colocado no certame que produziu o logotipo da Escola Municipal Independência (1998), é professor particular de Curso de Desenho, além de ter sido mediador da mostra denominada “Recotada” no início deste ano. Já participou de vários seminários, exposições e cursos de extensão.
Vinícius Kusma - A proposta da exposição “Fotografando Ausências – Uma Poética do Vazio.”, não é evidenciar a ausência através de imagens, mas sim tentar mostrar que ausência, pode ser uma condição de escolha, ou de um ponto de vista, seja ele individual ou coletivo. É uma condição intrínseca dos valores existenciais humanos, e objeto atuante, muitas vezes, de forma subjetiva, não somente como um componente visual do cotidiano, mas também como algo transformador das realidades sentimentais do ser/estar. Com isso, a fotografia, como essência do projeto, tem a intenção de levar o pensamento para essa subjetividade, para um caos metafísico das possibilidades de realidades ausentes, as quais estão presentes nesse inconsciente individual e coletivo.
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Fonte: Prefeitura Municipal de Pelotas
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